segunda-feira, 21 de maio de 2007

Ao próprio...

" Demasiadamente iludido o nobre cruzado, não via que a bela princesa de alma pura já estava à espera de um outro cavaleiro. Infeliz cruzado, que em sua jornada muitos salvou, mas quase nada recebeu.
Se sacrificar pelo próximo o mata lentamente, e assim será até todos o consumir lentamente, como um cigarro que é tragado aos poucos.
Pobre cruzado, onde apesar de ter aprendido muito na vida em tão pouco tempo, carrega o fardo de não poder dividir tais experiências. Solitário, triste e consciente ele segue, com a vã esperança de um dia poder encontrar aquela que se encaixe na excessão desta maldição."

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