quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Dois poemas novos?

Sim!
Na verdade, semi novos... =P
Ambos não tem título, pela minha "grande" vontade de botar títulos nos textos que escrevo.

"Mas assim, louvar a única?
Uma forma de inquietação
Algo que me transforma
Talvez seja meu coração
Logo assim de repente?
Minha mente em contradição!
Um espanto, um absurdo, um paradoxo! "

"Tal como Camões a caracterizou
Assim como ela tinha que ser
Pois sinto tal absurdo ou paradoxo
Mesmo sem ela saber
E assim sigo, sentindo por ela
Tal como eu quero sentir
Pois a ela desejo tudo de bom
Mesmo sem ela por mim sorrir"


4 opinião(ões) sobre isso aí em cima:

*carol* disse...

ah... a dor do não amor, ela realmente é paradoxal.

lindos poemas.

beijos

disse...

é tudo paradoxal, ou a maioria das coisas, se for parar pra ver, Doug. você está em 'crise amorosa', mas se for pensar nas amizades, eu estou pior. o ser humano consegue ser tão frio a ponto de mesmo querendo o bem, acaba fazendo o mal, toda vez. boa sorte em sua jornada Doug^^

e continue escrevendo, são belos os seus poemas.

beijos.

*carol* disse...

cadê os posts novos???
beijos

Chayenne disse...

É... o amor tem dessas coisas..

Ao menos tu ainda acreditas nas pessoas.. Eu não.
E não desperdice isso. Hoje em dia, isso é muito raro.
Dei uma olhada nos seus textos, são muito bons (Y)
Eu excluí o meu blog =/
Mas deves continuar escrevendo, para expressar os sentimentos e talentos que possuis.

bjos